Este espaço que nos custa caro
Em branco
Não serve
Amigo
Desamigo perdido
Vazio sem palavras
Nem significado
Esquecimento do que poderia
Ser dito
Escrito
Em versos
Nos versos
Espaços
Em pedaços
Mortos da história
Nada sobra
Nem se renova
Perdem-se obras
Velhas
Não se criam novas
Não há show sem improviso
Nem vida.
Não há nada escrito
Não vejo desenhos
Nem vejo rabiscos
Espaço em branco
Informação perdida
segunda-feira, novembro 27, 2006
Humanamente possível
Os seres humanos estão vazios
Já não merecem mais o mundo
Estão afogados em seu próprio egoísmo
Cegos por suas vinganças
Desconpensados de seus atos
Mortos como a carne de seus pratos!
Esqueceram dos significados da vida
Perdidos em satisfazer o impossível
Desalmados
Talvez sempre tenham sido assim
Mas prefiro acreditar que não
Quero me perder sonhando acordado
E não me perder dormindo em pesadelos
Não quero enganar a mim mesmo
Quero chorar na hora de chorar
Sofrer na hora de sofre
Sorrir na hora de sorrir
Quero ter consolo na hora do choro
Companhia na hora do riso
Quero poder não pensar em nada.
Sentir a vida como quem só,
Está de passagem
Já não merecem mais o mundo
Estão afogados em seu próprio egoísmo
Cegos por suas vinganças
Desconpensados de seus atos
Mortos como a carne de seus pratos!
Esqueceram dos significados da vida
Perdidos em satisfazer o impossível
Desalmados
Talvez sempre tenham sido assim
Mas prefiro acreditar que não
Quero me perder sonhando acordado
E não me perder dormindo em pesadelos
Não quero enganar a mim mesmo
Quero chorar na hora de chorar
Sofrer na hora de sofre
Sorrir na hora de sorrir
Quero ter consolo na hora do choro
Companhia na hora do riso
Quero poder não pensar em nada.
Sentir a vida como quem só,
Está de passagem
Louco e Bobo
Poderia dizer que sim
Poderia dizer que não
Poderia mentir pra mim
Ou poderia não
Mas preferi escrever esse verso simples
Para entregar-te a mão
Feito com bobas rimas minhas
Mas feito de coração.
Tão tolo
Como só eu
“Aquele louco”
Diria de quem escreveu
Mas com muito amor
Saem versos sem razão
Puro de esplendor
Cheios de paixão
E quando te vejo
Cheia de beleza
E a cortejo
Esqueço o que é tristeza
Quem me dera
Estivesse aqui agora
Para beijar-te sem perdão
E ir embora
Poderia dizer que não
Poderia mentir pra mim
Ou poderia não
Mas preferi escrever esse verso simples
Para entregar-te a mão
Feito com bobas rimas minhas
Mas feito de coração.
Tão tolo
Como só eu
“Aquele louco”
Diria de quem escreveu
Mas com muito amor
Saem versos sem razão
Puro de esplendor
Cheios de paixão
E quando te vejo
Cheia de beleza
E a cortejo
Esqueço o que é tristeza
Quem me dera
Estivesse aqui agora
Para beijar-te sem perdão
E ir embora
O vento
Ó vento que sopra
Pacificando minha alma
Levando embora minhas magoas
Minhas fantasias e meus desejos
Passando por mim como passa o tempo
Fazendo-me vê-lo passar
Levando lembranças e memórias
Do que não quero mais lembrar
Passa vento, passa!
E me passe o alivio de não ter mais o que pensar
Passa vento, passa!
Leve tudo consigo
Mas deixe-me aqui parado sempre
Para sempre vendo o tempo passar
Pacificando minha alma
Levando embora minhas magoas
Minhas fantasias e meus desejos
Passando por mim como passa o tempo
Fazendo-me vê-lo passar
Levando lembranças e memórias
Do que não quero mais lembrar
Passa vento, passa!
E me passe o alivio de não ter mais o que pensar
Passa vento, passa!
Leve tudo consigo
Mas deixe-me aqui parado sempre
Para sempre vendo o tempo passar
Amizade, Nobre, Saudade
Era tão bom acordar cedo e me preparar
Tinha a certeza de te ver
Ia à faculdade com felicidade
E um presente pra você
Nunca tive coragem de admitir
Mas te amava
Contemplava-te perdidamente
E fazia de tudo para te ver feliz
Quando te acompanhava na rua
Até a hora de nos separarmos
E na despedida, por muitas vezes,
Quase nos beijávamos
Eu fugia…
Fugia, pois naquela época era um grande covarde
Tinha medo de me apaixonar
O tempo passou e agora não te amo mais
Você está tão distante… tão longe
Mas ainda sinto saudades
Existe um sentimento nobre
Que nunca termina
Chamado amizade…
Tinha a certeza de te ver
Ia à faculdade com felicidade
E um presente pra você
Nunca tive coragem de admitir
Mas te amava
Contemplava-te perdidamente
E fazia de tudo para te ver feliz
Quando te acompanhava na rua
Até a hora de nos separarmos
E na despedida, por muitas vezes,
Quase nos beijávamos
Eu fugia…
Fugia, pois naquela época era um grande covarde
Tinha medo de me apaixonar
O tempo passou e agora não te amo mais
Você está tão distante… tão longe
Mas ainda sinto saudades
Existe um sentimento nobre
Que nunca termina
Chamado amizade…
domingo, outubro 15, 2006
Carta Para Alberto
Gosto de sentar-me à beira-mar
Não por ter espaço e silêncio ou qualquer outra coisa que não esteja lá
Mas simplesmente por poder admirá-lo sem pensar
Praticar tão bela arte que você me ensinou.
Gosto de estar lá por estar e nada mais…
Acompanhado do vento, da areia, do sol e das ondas.
Feliz por nada ter a dizer para eles
E por nada ver neles alem do que são
Sol, areia, vento, mar.
Leon Latour
Não por ter espaço e silêncio ou qualquer outra coisa que não esteja lá
Mas simplesmente por poder admirá-lo sem pensar
Praticar tão bela arte que você me ensinou.
Gosto de estar lá por estar e nada mais…
Acompanhado do vento, da areia, do sol e das ondas.
Feliz por nada ter a dizer para eles
E por nada ver neles alem do que são
Sol, areia, vento, mar.
Leon Latour
Vida
Choro a noite
Entre uma música e outra
Vejo a morte que se aproxima!
O tempo passa, as coisas que vimos não mudam
As dores aumentam, as lagrimas caem
Entre uma música e outra
Vejo a morte que se aproxima!
O tempo passa, as coisas que vimos não mudam
As dores aumentam, as lagrimas caem
E entre um passo e outro
O desejo de amar,
Olhar perdidamente qualquer pessoa...
Desejo de ouvir uma música
E entre uma lagrima e outra
Um verso,
Tentativa de tornar eterna uma palavra.
O desejo de amar,
Olhar perdidamente qualquer pessoa...
Desejo de ouvir uma música
E entre uma lagrima e outra
Um verso,
Tentativa de tornar eterna uma palavra.
Amar,
Amar não nos faz eternos,
Faz o tempo passar mais devagar,
Não importa!
A eternidade não importa
Nenhuma dor importa
A única dor mesmo
É o vazio de quem não ama.
leon latour
Amar não nos faz eternos,
Faz o tempo passar mais devagar,
Não importa!
A eternidade não importa
Nenhuma dor importa
A única dor mesmo
É o vazio de quem não ama.
leon latour
sexta-feira, outubro 14, 2005
sexta-feira, outubro 07, 2005
sábado, outubro 01, 2005
quarta-feira, abril 13, 2005
Ah... (Suspiro de alivio e prazer na freqüência de água lentamente derramada)
A verdade é que estou sempre pensando, e no justo momento, após muito procurar, parei de pensar... Parei de pensar e enfim senti o assustador e infinito vazio dentro de mim. Ao me deparar com tamanha descoberta, como num ato-reflexo de um rato assustado, pensei! ... Pensei na imensidão que é parar de pensar.
"Ser/estar ou não Ser/estar"
A dor que agora sinto
Constroem este chão
Onde agora piso
O prazer que agora vejo
E com o qual me entretenho
Vem da perda de algo querido
Desse verso sem explicação
Que vem do meu avesso
Chego a triste conclusão
De que sem dor não existo
Leon Latour
Constroem este chão
Onde agora piso
O prazer que agora vejo
E com o qual me entretenho
Vem da perda de algo querido
Desse verso sem explicação
Que vem do meu avesso
Chego a triste conclusão
De que sem dor não existo
Leon Latour
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