terça-feira, dezembro 21, 2004

A feiúra pacífica criada pelo descuido da própria imagem

Reflete-me o espelho, me abandono. Esqueço da imagem, do que vejo, busco sentir-me bem comigo mesmo. Saio de casa passeio, vejo amigos, abraço-os e as beijo, não faço planos, não sinto desejo, não me lembro, tomo o cogumelo, sonho. Não quero brigar, não quero matar, não quero vencer, não quero viver mais do que a vida tem a me oferecer.
Sofro, rio, choro. Aproveito tudo que posso, quando posso, do jeito que posso, em quanto posso. Viver.

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