quarta-feira, maio 16, 2007


Talvez nunca mais seja lido
O Livro por traz do embrulho
Perdida pra sempre as letras
Esquecidas na poeira de uma prateleira.
Sorte terá se te comerem as traças
Pra tirar-lhe de vez desse tédio!
Ou quem sabe nao te rouba
Um dos bebados rotineiros de teu novo lar.
Nobel querido,
Sinto-me como se jogas-te ao mar!

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