sábado, fevereiro 12, 2011

Onde Não Existe Mais Penumbras














Eternamente à noite vivia ele
Mas uma noite sem luas e sem estrelas

Pairava ele como um mago
driblava suavemente todos os obstáculos

Com que maestria era capaz de sustentar-se
Cruzando caminhos e desafios que muitos não passaram

Como era belo e suave seu toque
E delicado os sons de seus passos

Apenas um cego que anda a ermo
Sabendo bem da marcha que faz ao acaso
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